SERVIÇOS: Atividades turísticas recuam 0,9% em junho

09:12:35 - 14/08/2025 -

SÃO PAULO, 8/14/25 - Em junho de 2025, o índice de atividades turísticas recuou 0,9% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 1,3%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 11,6% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,8% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (14).

Onze dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-0,9%). A influência negativa mais relevante ficou com Minas Gerais (-4,2%), seguido por Rio de Janeiro (-1,5%), Santa Catarina (-3,6%) e Paraná (-2,1%). Em sentido oposto, São Paulo (0,6%) e Distrito Federal (3,4%) lideraram os ganhos do turismo neste mês.

Na comparação junho de 2025 / junho de 2024, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 4,1%, décimo terceiro resultado positivo seguido, impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; e hotéis. Em termos regionais, doze das dezessete unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (3,6%), Rio de Janeiro (8,7%) e Rio Grande do Sul (38,5%), seguidos por Distrito Federal (7,5%), Paraná (4,7%) e Amazonas (14,2%). Em contrapartida, Minas Gerais (-7,6%) exerceu o principal impacto negativo do mês.

No acumulado de janeiro a junho de 2025, o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 6,6% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de reservas relacionados a hospedagens; restaurantes; e hotéis. Regionalmente, catorze dos dezessete locais investigados também registraram taxas positivas, onde sobressaíram os ganhos vindos de São Paulo (6,1%) e do Rio de Janeiro (14,2%), seguidos por Bahia (9,3%), Rio Grande do Sul (9,4%), Santa Catarina (7,7%) e Paraná (5,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-1,8%) e Mato Grosso (-4,3%) assinalaram as únicas perdas do turismo.
(Redação - Agenda Enfoque)

Sites da Enfoque e Fausto Botelho desenvolvidos por Agilso.