AGRONEGÓCIO: Em junho, IBGE prevê safra de 347,4 milhões/t para 2026
SÃO PAULO, 7/14/26 - A estimativa de junho de 2026 para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi de 347,4 milhões de toneladas, 0,4% maior (ou mais 1,3 milhão de toneladas) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), com queda de 0,8% (ou menos 3,0 milhões de toneladas) em relação à de maio de 2026. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (14/07) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A área a ser colhida foi de 83,2 milhões de hectares, com aumento de 1,6 milhão de hectares frente a área colhida em 2025, crescimento de 1,9%. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou declínio de 60.985 hectares (-0,1%).
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,8% da estimativa da produção e respondem por 87,4% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,8 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 136,5 milhões de toneladas (29,7 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 106,8 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas; a do trigo, em 6,6 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço), em 9,1 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 5,6 milhões de toneladas.
No que se refere à produção, ocorreram acréscimos de 5,3% para a soja e de 2,9% para o sorgo, bem como decréscimos de 8,2% para o algodão herbáceo (em caroço), de 11,8% para o arroz em casca, de 3,7% para o milho (crescimento de 15,6% para o milho 1ª safra e declínio de 7,9% para o milho 2ª safra), de 5,5% para o feijão e de 15,0% para o trigo.
Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,3% na área a ser colhida da soja, de 2,7% na do milho (aumentos de 9,1% no milho 1ª safra e de 1,2% no milho 2ª safra) e de 15,6% na do sorgo, ocorrendo declínios de 5,0% na do algodão herbáceo (em caroço), de 12,3% na do arroz em casca e de 3,9% na do feijão.
(Redação - Agência Enfoque)




