MODA: Veste S.A. registra o melhor lucro dos últimos sete anos

06:51:06 - 14/05/2026 -

SÃO PAULO, 5/14/26 - A Veste S.A., companhia brasileira de moda premium, detentora das marcas Le Lis, Dudalina, John John, BO.BÔ e Individual, manteve o ritmo de crescimento no primeiro trimestre de 2026, o melhor desempenho dos últimos sete anos para esse período, lucro líquido de R$ 11,4 milhões, revertendo o prejuízo registrado no ano anterior.

A receita líquida ajustada alcançou R$ 306,6 milhões, 14,1% superior ao registrado nos mesmos três meses em 2025, impulsionada pela força das marcas, evolução das vendas a preço cheio, e expansão do canal digital.

'Os consumidores estão cada vez mais conectados às nossas marcas, com maior recorrência de compra e busca por produtos de maior valor agregado. O trimestre mostra que conseguimos combinar desejo de marca, experiência omnichannel e disciplina operacional para crescer de forma saudável. O desempenho da BO.BÔ reflete bem esse momento, impulsionado pelo fortalecimento de linhas estratégicas, como Denim Affair e alfaiataria, além de uma proposta de valor baseada em exclusividade, sofisticação e excelência no atendimento', afirma Alexandre Afrange, CEO da Veste S.A.

Crescimento com foco em rentabilidade

A evolução das margens foi um dos principais destaques do trimestre. O lucro bruto ajustado atingiu R$ 198,7 milhões, avanço de 17,7%; enquanto a margem bruta alcançou 64,8%, crescimento de 1,9 ponto percentual.

O EBITDA (lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) somou R$ 68,4 milhões, alta expressiva de 46,2% em relação ao EBITDA ajustado de 1T25, com margem EBITDA de 22,3%, avanço de 4,9 pontos percentuais.

A companhia também reduziu em três pontos percentuais na relação das despesas operacionais sobre a receita líquida, reflexo da maior disciplina financeira, eficiência operacional e ganhos de produtividade ao longo da cadeia.

Digital mantém relevância

A frente digital seguiu como um dos principais motores de crescimento da companhia no trimestre, com faturamento de R$ 76,4 milhões, alta de 22,5% versus o mesmo período do ano anterior. Além da expansão de receita, a rentabilidade também evoluiu, e a margem EBITDA avançou mais de 4 p.p..

Os aplicativos de todas as marcas já operam integralmente e representam 26% das vendas do canal B2C, reforçando a estratégia de proximidade com o consumidor, ganho de recorrência e maior integração entre os canais físicos e digitais.

A integração entre lojas físicas, e-commerce e centros de distribuição, apoiada pela tecnologia de Prateleira Infinita e pela plataforma VTEX, também contribuiu para maior eficiência operacional e redução de rupturas.

Marcas fortalecem conexão com consumidor

A Le Lis manteve trajetória sólida no trimestre, com faturamento de R$ 184,2 milhões e crescimento de 13,9%. A marca ampliou sua base de clientes em 5% e encerrou o período com NPS de 84, reforçando seu alto nível de satisfação e engajamento.

A BO.BÔ foi o destaque do trimestre com um crescimento de 30,7%. Essa performance é resultado da sinergia entre o fortalecimento de linhas estratégicas - como 'Denim Affair' e alfaiataria - e a proposta de valor pautada na exclusividade, sofisticação e excelência do atendimento.

Na John John, o jeanswear avançou 22%, enquanto a expansão do canal digital e a inauguração da nova loja conceito no Morumbi Shopping reforçaram o processo de modernização da marca.

Já a Dudalina avançou em sua estratégia de transformação e reposicionamento, com evolução operacional, modernização da identidade visual e fortalecimento da linha Performance. A Individual teve alta de 7% no faturamento.
(Redação - Agência Enfoque)

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