SERVIÇOS: Atividades Turísticas têm variação positiva em novembro
SÃO PAULO, 1/13/26 - Em novembro de 2025, o índice de atividades turísticas apontou variação positiva de 0,2% frente a outubro, quarto resultado positivo seguido, período em que acumulou um ganho de 2,4%, divulgou nesta terça-feira (13/01) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o segmento de turismo se encontra 13,0% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 0,8% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
Oito dos 17 locais pesquisados acompanharam o avanço verificado na atividade turística nacional (0,2%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (0,9%), seguido por Bahia (1,9%), Pará (5,3%) e Goiás (2,9%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (-3,2%) liderou as perdas do turismo neste mês, seguido por Distrito Federal (-5,0%) e Rio Grande do Sul (-2,9%).
Frente a novembro de 2024, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 2,1%, décimo oitavo resultado positivo seguido, impulsionado pelos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; e serviços de reservas relacionados a hospedagens.
Nessa comparação, catorze das dezessete UFs onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para Rio de Janeiro (4,0%), seguido por São Paulo (1,2%), Pará (24,4%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (5,6%) e Paraná (4,7%). Em contrapartida, Minas Gerais (-5,4%) exerceu o principal impacto negativo do mês, seguido por Goiás (-6,9%) e Santa Catarina (-3,5%).
No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas cresceu 5,0% frente a igual período do ano anterior, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e hotéis.
Quinze dos dezessete locais investigados também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (4,5%) e Rio de Janeiro (10,0%), seguidos por Rio Grande do Sul (12,3%), Bahia (7,2%) e Paraná (5,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-3,9%) e Mato Grosso (-1,4%) assinalaram as únicas perdas do turismo no ano.
(Redação - Agência Enfoque)




