SERVIÇOS: Atividades turísticas avançam 0,8%

11:45:41 - 12/12/2025 -

SÃO PAULO, 12/12/25 - O índice de atividades turísticas cresceu 0,8% em outubro, frente ao mês imediatamente anterior (com ajuste sazonal). Este é o terceiro resultado positivo seguido, período em que acumulou ganho de 2,1%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 12,7% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,0% abaixo do ápice da sua série histórica (dezembro de 2024). os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Regionalmente, 13 dos 17 locais acompanharam o crescimento da atividade turística nacional (0,8%). A contribuição positiva mais relevante ficou com o Rio de Janeiro (3,1%), seguido por Rio Grande do Sul (4,5%), Paraná (2,4%) e Santa Catarina (3,5%). Em sentido oposto, São Paulo (-0,1%) liderou as perdas do turismo neste mês, seguido por Amazonas (-0,7%) e Goiás (-0,5%).

Na comparação com outubro de 2024, o índice de atividades turísticas nacional apresentou expansão de 1,6%, 17º resultado positivo seguido, sendo impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; hotéis; e de serviços de bufê.

Em termos regionais, 13 das 17 unidades da federação avançaram, com destaque para Rio de Janeiro (8,9%), seguido por Rio Grande do Sul (17,1%), Distrito Federal (7,4%), Paraná (4,4%) e Bahia (3,8%). Já São Paulo (-1,9%) exerceu o principal impacto negativo do mês, seguido por Minas Gerais (-5,6%), Goiás (-6,8%) e Santa Catarina (-2,8%).

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o agregado especial de atividades turísticas cresceu 5,3% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; serviços de reservas relacionados a hospedagens; hotéis; e restaurantes.

Regionalmente, 15 dos 17 locais também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (4,9%) e Rio de Janeiro (10,6%), seguidos por Rio Grande do Sul (12,7%), Bahia (7,4%) e Paraná (5,6%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-3,9%) e Mato Grosso (-1,8%) assinalaram as únicas perdas no ano.
(Redação - Agência Enfoque)

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