SERVIÇOS: Atividades turísticas recuam 0,7% em maio

09:46:59 - 11/07/2025 -

SÃO PAULO, 7/11/25 - Em maio de 2025, o índice de atividades turísticas recuou 0,7% frente ao mês imediatamente anterior, após ter avançado 3,2% em abril, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (11). Com isso, o segmento de turismo se encontra 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

Nove dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-0,7%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-2,7%), seguido por Pernambuco (-3,3%), Bahia (-1,8%) e Goiás (-4,3%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (2,3%) e Paraná (2,6%) lideraram os ganhos do turismo neste mês.

Na comparação maio de 2025 / maio de 2024, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 9,5%, décimo segundo resultado positivo seguido, impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; hotéis; serviços de bufê; e serviços de reservas relacionados a hospedagens.

Em termos regionais, dezesseis das dezessete unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para Rio de Janeiro (22,2%) e São Paulo (6,1%), seguidos por Rio Grande do Sul (49,8%), Bahia (12,5%) e Paraná (10,6%). Em contrapartida, Minas Gerais (-1,7%) exerceu o único impacto negativo do mês.

No acumulado de janeiro a maio de 2025, o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 7,0% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; restaurantes; e serviços de reservas relacionados a hospedagens. Regionalmente, quinze dos dezessete locais investigados também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (6,4%) e Rio de Janeiro (15,4%), seguidos por Bahia (10,7%), Santa Catarina (9,7%) e Paraná (5,7%). Em sentido oposto, Mato Grosso (-5,9%) e Minas Gerais (-0,5%) assinalaram as únicas perdas do turismo.
(Redação - Agenda Enfoque)

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