BANCOS: Agibank encerra o 1T26 com receita de R$ 3,0 bilhões
SÃO PAULO, 5/6/26 - A Agi Inc. (NYSE: AGBK), provedora de serviços financeiros especializados impulsionados por tecnologia no Brasil e holding controladora do Banco Agibank e suas subsidiárias, encerrou o primeiro trimestre de 2026 com Receita Total de R$ 3,0 bilhões - aumento de 23,6% em relação ao mesmo período de 2025. A base de clientes ativos chegou a 7,1 milhões, patamar recorde, com a carteira de crédito atingindo a marca de R$ 35,5 bilhões, um crescimento de 30,3% ante o mesmo período no ano passado.
A carteira de crédito da Agi é composta por uma combinação de empréstimos com garantia (87%), totalizando R$ 30,7 bilhões, e empréstimos sem garantia (13%), somando R$ 4,8 bilhões, com produtos direcionados a beneficiários da Previdência Social, bem como a trabalhadores dos setores privado e público.
A Originação Bruta de Crédito totalizou R$ 7,1 bilhões no trimestre, uma alta de 36,3% sobre o 4º trimestre de 2025, refletindo a retomada do ritmo regular de operações após disrupções temporárias observadas em todo o setor entre dezembro de 2025 e meados de janeiro de 2026.
Na avaliação de Marciano Testa, fundador, CEO e presidente do Conselho da Agi Inc., os resultados reforçam a tese de longo prazo da companhia: 'Iniciamos 2026 a partir de uma posição de solidez e estamos satisfeitos com os resultados trimestrais, que refletem uma execução disciplinada e o foco na criação de valor no longo prazo. Temos especial orgulho de ter superado, neste trimestre, o marco de 7 milhões de clientes ativos'.
Com um modelo de negócio que une canais físicos e digitais, o índice de eficiência operacional do Agibank atingiu 42,3% no trimestre, avanço de 250 bps em relação ao trimestre anterior. Ao final do primeiro trimestre, a companhia chegou a 1.115 hubs pelo país, um crescimento de 9,6% em relação ao mesmo período em 2025.
Glauber Correa, COO da Agi Inc. e CEO do Agibank, destaca a evolução do modelo organizacional e o papel da inteligência artificial para a empresa: 'À medida que avançamos em nossa evolução para uma empresa orientada por IA, os ganhos de eficiência se traduzem diretamente em uma experiência superior para o cliente, em menores custos operacionais e, em última instância, em taxas de juros mais acessíveis e soluções mais adequadas para todos os clientes. Para isso, também atualizamos a nossa estrutura organizacional para um modelo de Business Units, uma mudança que será a fundação para a nova fase da Companhia'.
A inadimplência acima de 90 dias (NPL > 90) recuou para 3,6% ao final do 1T26, queda de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, mantendo-se abaixo da média do crédito ao consumidor no Brasil. O índice de cobertura, medido pelas provisões sobre NPLs > 90, encerrou o trimestre em 165,2%.
(Redação - Agência Enfoque)




